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Textos
“O aperto na alma não deixa de ser um choro no coração."
Essa metáfora tão poeticamente dita e, aqui, escrita é a sensibilidade demonstrada por você, que se define como mais razão do que emoção, mais terra do que ar e mais pensar do que falar.
Ao mesmo tempo, descreve a angústia de forma sensível e natural: "o aperto na alma não deixa de ser um choro no coração". Surpreende, ao situar-se em dois mundos: o calculista, num pensar demorado, falar cochichado, dizer liquidificado; e o sonhador que, na mesma proporção, derrama-se em pura emoção!
É só dengo no olhar, doçura ao falar e som de violino ao acariciar... Um sorriso, uma voz, uma paixão... Você coberto de pura emoção e nadinha de razão! |
Ana Costa |
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Publicado em 15/07/2009 às 20h58
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