Ana Costa

Ser sensível abrange a pele, penetra na carne e inquieta a alma.

Diário
23/05/2010 20h58
Ser ou Não Ser...
(Foto retirada de ultradownloads.com.br)


Fechar os olhos para o mundo

Enxergar, apenas, o que se quer

Verdade escondida, apaziguada pelo anoitecer

Camuflagem surgida, ressaltando o alvorecer. 
 

Publicado por Ana Costa em 23/05/2010 às 20h58
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (cite o nome do autor e o link para a obra original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
23/05/2010 11h40
O olhar de uma filha...
(Homenagem pelo mês das Mães)
Certa vez,  falei para um amigo: "sinto dificuldade em escrever para minha mãe, pois sempre acho que falta algo a dizer". Olhando para trás, e comparando-a com as mães de sua geração, não me lembro de nenhuma outra que tenha vivido com a mesma intensidade, garra, superação e consciência da importância da mulher na sociedade.
Uma pessoa inteligente, eticamente correta, dedicada, rédea curta, elogiada por todos, enfim, brilhante em tudo o que realiza. Gostaria de herdar sua garra e determinação, o caminhar seguro e a infinita disposição física. São três filhos, sete netos e dois bisnetos que, juntos, não conseguem     acompanhá-la com a mesma freqüência e resistência... Aos oitenta e quatro anos surpreende, pois sua vitalidade é admirável!
Nós tentamos 'domá-la' com receio de uma queda, um assalto e tantas outras coisas ruins que hoje nos atormentam, mas ela teima em sair sozinha, quer andar de ônibus, sente-se independente. E é mesmo!  Seu médico diz que freá-la é o mesmo que cortar as asas de uma andorinha! Às vezes, temos vontade de colocá-la sentadinha, 'pensando', como se faz com as crianças traquinas nas escolas. Mas, sentar é motivo para fazer palavras cruzadas, ler um bom livro, conversar ao telefone ou mesmo receber amigos... Graças a DEUS, Mamãe, que sua juventude intelectual faz renovar as forças e torná-la fisicamente melhor que todos os filhos juntos! Obrigada por existir, partilhar e ensinar que a fé, realmente, move montanhas! Obrigada, também, por repetir: "O maior tesouro é o conhecimento. Este ninguém consegue roubar”.
 
 
 

Publicado por Ana Costa em 23/05/2010 às 11h40
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16/05/2010 16h49
Ponderar antes de falar...

Olha como são as coisas...

A semana passada uma pessoa me procurou pedindo minha colaboração justamente porque a informaram que sou “ponderada e disposta a ajudar”. Pois bem. Na hora fiquei meio desconcertada, pois nem tinha intimidade com essa pessoa, além do que a situação na qual ela narrou e pediu minha ajuda, deixou-me de saia justa, já que  serviria de mediadora num assunto profissional, no qual eu não tinha diretamente ligação, porém a terceira pessoa envolvida é muito vinculada a mim. Respondi que não tinha poderes para resolver a questão, mas tentaria ajudar no que estivesse ao meu alcance.  

Quatro dias depois, aconteceu um fato curioso que não tem relação com a ajuda pedida acima, mas ao meu comportamento “moderado e solícito”! Estava conversando com pessoas de minha família e o assunto desencadeou para religião, matrimônio, dogmas da Igreja Católica, homossexualismo e por ai vai... Costuma-se afirmar que futebol, religião e política são assuntos muito polêmicos e que, fatalmente, há discordâncias e desentendimentos. E me desentendi realmente! Civilizadamente, mas o clima pesou! Sai daquele lugar com uma sensação ruim... Será que falei demais? Ou será que ouvi mais do que devia? Não importa! O mais importante eu não fiz: ser ponderada. Pensar mais, antes de falar. Ouvir, ouvir e ouvir e voltar para casa sem me desgastar. Ao mesmo tempo, fiquei pensando e questionando: “A intransigência me fez perder a cabeça e falar demais ou será que foi a minha impaciência?”. Isso agora não importa, é irrelevante!
A verdade é que não fui, nem um pouco, ‘ponderada’. São dois pólos extremos de comportamento: no profissional e no social.  A omissão sempre me incomodou! Ficar em cima do muro me inquieta! Dá uma vontade danada de me manifestar quer seja para um lado, ou para o outro. Se posicionar sempre foi o meu lema.
Hoje parece que recuar é a estratégia do momento! Seria politicamente correto se eu não manifestasse  opinião. Aparentemente, ficaria tudo bem, tudo em paz! Mas, eu ficaria bem? Voltaria para casa tranqüila? Talvez não. Ao mesmo tempo penso na tal ponderação, na conduta mais correta e a solução é acompanhar a frase dita pelo meu cunhado, antes de minha saída: “em reunião de família não falaremos mais sobre religião!” A frase surgiu depois da interferência de meu marido, sempre ponderado, para que fôssemos embora. Bem, a ideia é boa e prometo cumpri-la, mas será que ele conseguirá?
Vamos aguardar. Hoje transportarei a “profissional ponderada” para a socialmente moderada e pedirei desculpas a  meu querido cunhado, afinal somos todos cristãos, embora não participe de nehum Movimento da Igreja como ele. 

Publicado por Ana Costa em 16/05/2010 às 16h49
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06/05/2010 19h07
Para uma Grande Amiga
Querida, amiga, Juninha!

Há pessoas que tocam o nosso coração com palavras simples, mas que transmitem sinceridade e reanimam nossa alma. Aconteceu comigo no dia 02 de maio, domingo, ao assistir a missa na Igreja de São Pedro. Fiquei encantada com as palavras do padre Fernando.  Entendi o quanto é importante prestar atenção nos acontecimentos positivos ou sinais favoráveis que, diariamente, vivemos e nem percebemos. O quanto o nosso físico precisa do combustível emocional, da valorização do que temos de melhor em nossas vidas. Precisamos renovar nossa alegria a cada dia, pois a função do ser humano é ser feliz! O Padre, inclusive, disse algo interessante: deve-se colocar para fora a alegria da criança que fomos e que, normalmente, fica adormecida!
Voltei para casa com uma vontade danada de rabiscar alguma coisa para você.            É difícil expressar sentimentos no papel. Mais difícil, ainda, é acalmar o coraçãozinho de minha querida e doce amiga! Mas, tentarei...
Às vezes as palavras nos faltam para tentar minimizar esse momento tão sofrido, no qual você e toda sua família estão passando. Nós, seus amigos, também compartilhamos dessa dor e queremos ajudá-la com nosso apoio, conforto, carinho e dedicação. Sei que tudo isso não é suficiente para diminuir seu sofrimento, mas é dessa forma que demonstramos o quanto você e sua família são importantes em nossas vidas.
É difícil entender que a dor e o sofrimento fazem parte da vida. Você pode estar se perguntando: “Mas, por que da minha vida?” O que posso e sei te responder é que cada um de nós, em determinado momento da vida, sofreu ou irá sofrer.  Quem vive sofre, ri, reage e revive! O nosso cotidiano é repleto de oscilações boas e ruins. Nos momentos ruins ou tristes dê uma de Pollyanna e relembre a infinidade de etapas de sua vida nas quais sua família curtiu uma felicidade que parecia eterna. Lembre-se da viagem a São Paulo que você, seu pai e suas irmãs se divertiram tanto! Recordo que seus olhos brilhavam ao comentar os restaurantes que freqüentaram e a oportunidade de celebrarem juntinhos essa união e amor.  Outro momento: o aniversário de 60 anos de seu pai; há pouco tempo, o de sua mãe; as orações avocadas pelo Grupo de Santa Terezinha encabeçada pela Ana Paula e o clima de bem-estar daquele momento tão sublime, tão peculiar, em que todos comungavam da mesma emoção e vibração.
Todos esses momentos de harmonia e felicidade são transformados em energia positiva e traz mais força para você superar as adversidades surgidas. Sei que não é fácil! Sei, também, que o físico às vezes não ajuda com o cansaço natural do dia a dia, mas tente organizar seu tempo! O tempo vai auxiliá-la... “Há tempo para colher e para plantar”, então divida seu tempo e reserve algumas horas só para você: massagem, acupuntura, passear com as amigas, viver!  
Saiba que você é importante para nós e estamos ao seu dispor na alegria e na tristeza, sempre!
Beijos, com carinho, de todas as suas amigas.

   
 

Publicado por Ana Costa em 06/05/2010 às 19h07
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02/05/2010 00h01
Felizbela... Feliz e Bela!
Bela,

Há momentos em que as palavras nos fogem como folhas secas no ar. São lapsos na escrita causados pela emoção. Isso tem um significado: o ‘tempo’ não é determinante para maior ou menor amizade. A intensidade das emoções é medida pela afinidade, sensibilidade e empatia de cada um de nós independente de maior ou menor tempo. Essa afirmação é constatada aqui mesmo na Autuação! Você chegou de mansinho com seu olhar atento a tudo e a todos, com a sabedoria e experiência já vividas, com o humor tão latente em seu jeito inocente de falar e sentir!
Em pouquíssimo tempo descobrimos que você é sinônimo de seu próprio nome: FELIZ e BELA! É gratificante tê-la ao nosso lado, pois sua presença na Autuação traz mais frescor, alegria e vitalidade. Traz a FELICIDADE! E o carinho e admiração que temos por você não são à toa! Sua imagem reflete doçura, energia positiva e bondade. Reflete BELEZA!
Nós, seus amigos, num curto espaço de tempo aprendemos que (risos):
·         Batom, esmalte, sapatos e bolsa (no mesmo tom) são sinônimos de “BELA”;
·         Psicólogo, caminhadas relaxantes, excelente ração e mordomia plena são sinônimos de “CHAU CHAU DE BELA”;
·         Regenerar presidiários (com direito a perdão e confessar todos os crimes) é sinônimo de “UM SIMPLES TELEFONEMA DE BELA”;
·         Instauração do Inquérito Policial, oferecimento da denúncia, recebimento da denúncia, ação penal, sentença de pronúncia, tribunal do júri, condenação e recurso de apelação são sinônimos do “TRABALHO DE BELA”;
·         Tereza, Tereza, Tereza, Tereza é sinônimo da “PALAVRA DE ORDEM DE BELA; e
·         A sala sem a BELA é sinônimo de “RACHA NA EQUIPE DA AUTUAÇÃO”.
Enfim, Bela, você é o exemplo de que fazer amigos é fácil... Caso alguém tenha dificuldade espelhe-se na mulher FELIZ e BELA que é você!
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
Beijos, com carinho.

* Imagem retirada do Google

Publicado por Ana Costa em 02/05/2010 às 00h01
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